Fechar aliança com Gortash ou Orin em Baldur’s Gate 3?

Gortash é um dos principais antagonistas do Ato 3 de Baldur’s Gate 3. Ao encontrá-lo pessoalmente, ele oferece um acordo: mate Orin, tome o Netherstone e governe o Elderbrain ao lado dele. Aceitar essa proposta costuma simplificar sua movimentação pela cidade, já que você evita confrontos diretos com a guarda de Gortash. Em contrapartida, algumas opções de missão e relações com aliados podem ser afetadas.
Recusar a proposta também é uma alternativa válida: você preserva liberdade de ação e mantém o apoio de certos companheiros, mas terá de enfrentar Gortash mais adiante. Dependendo de quem acompanha seu grupo no momento, certas linhas de diálogo e eventos mudam significativamente. Este texto detalha prós e contras de aceitar Gortash, recusar e comparar com a contraproposta de Orin. Use essas informações para decidir conforme seu estilo de jogo e prioridades narrativas.
Consequências de aceitar a proposta de Gortash

Gortash promete que, com o acordo, você poderá transitar pela cidade sem ser atacado por ele ou por suas forças, e essa promessa é cumprida enquanto a aliança vigora. Isso permite concentrar seus recursos em derrotar Orin e avançar em outras missões principais com menos interrupções. Além disso, aceitar tende a reduzir encontros aleatórios e emboscadas dentro da cidade, deixando o caminho mais direto para encerrar o conflito central. Ainda assim, a comodidade tem um custo político e narrativo que merece atenção antes de fechar o trato.
Uma consequência imediata é a perda de aprovação de Karlach; ela guarda ressentimento contra Gortash por um acordo envolvendo a demônia Zariel, então sua relação com ela pode piorar rapidamente. Aceitar também pode bloquear a resolução de certas missões secundárias, como resgates dentro da prisão subaquática de Gortash, onde estão NPCs importantes — entre eles, o pai de Wyll, o Duque Ravengard. Essas perdas podem afetar recompensas, diálogos e opções futuras na campanha. Avalie se a redução de conflitos compensa abrir mão desses caminhos alternativos.
O que isso impacta
A aliança altera tanto o fluxo de encontros quanto as ramificações pessoais entre personagens, e isso se manifesta em decisões de curta e longa duração. Missões de resgate e investigações ligadas a Gortash podem ficar inacessíveis, reduzindo conteúdo explorável. Mudanças nas relações com aliados afetam respostas em diálogos e possíveis finais de personagens, então leve em conta quem está no seu grupo ao decidir. Em termos práticos, aceitar é uma escolha que favorece eficiência em troca de opções narrativas.
Consequências de recusar a proposta de Gortash

Recusar mantém a maioria das opções de missão disponíveis e preserva a aprovação de companheiros que detestam Gortash, o que é importante para quem se importa com as relações do grupo. Você terá de enfrentar Gortash em um confronto posterior, mas manterá acesso a sidequests e resgates que podem render recompensas e informações extras. A recusa não torna a cidade intransitável; na maior parte do tempo é possível explorar normalmente e continuar a história com mais liberdade. Essa escolha costuma favorecer jogadores que priorizam narrativa e completude sobre facilidade momentânea.
Evite tentar derrotá-lo no primeiro encontro: durante eventos como a coroação ele conta com muitos Steel Watchers e armadilhas que tornam o combate extremamente desfavorável. O recomendado é aguardar uma oportunidade com vantagem tática, preparar a party e buscar aliados ou estratégias que minimizem as defesas inimigas. Ao recusar, você também mantém opções de infiltração e resgate que podem ser decisivas para alguns finais. Planeje o confronto com calma para reduzir riscos e perdas.
Quando recusar é melhor
Recusar faz sentido se você valoriza completar missões secundárias ou manter relacionamentos com personagens como Karlach. Também é a escolha indicada para quem quer coletar mais recursos, equipamentos e informações antes do confronto final. Jogadores que preferem finais ligados a resgates e escolhas morais tendem a obter mais conteúdo recusando. Em termos de jogabilidade, recusar exige mais preparação, mas preserva opções narrativas importantes.
Devo aceitar a proposta de Orin em vez da de Gortash?

Orin oferece um acordo alternativo: ela quer que você mate Gortash, tome o Netherstone e então vá ao templo de Bhall para enfrentá-la. À primeira vista, aceitar Orin reduz certos encontros aleatórios e dá um caminho direto para lidar com ambas as ameaças sem dividir alianças. No entanto, Orin tem menos influência sobre a cidade do que Gortash e suas promessas podem trazer consequências diferentes. Compare o que cada trato abre ou fecha antes de optar por um lado.
Um ponto crítico é que Orin pode capturar secretamente um membro do seu grupo e substituí-lo por um doppelgänger durante o encontro, mesmo assegurando que o aliado não será ferido. Essa manipulação torna a escolha perigosa para quem valoriza a integridade da party e relações pessoais. Aceitar Orin pode evitar alguns problemas urbanos, mas cria riscos internos e reviravoltas narrativas que alteram diálogos e missões futuras. Pondere o quanto você tolera esse tipo de trama ao decidir entre os dois acordos.
Qual escolher
A escolha entre Gortash e Orin depende do que você prioriza: controle político e menor número de encontros (Gortash) ou um caminho que elimina um antagonista diretamente, com riscos internos (Orin). Considere também quem está no seu grupo no momento do encontro, pois a aprovação de aliados e missões pessoais podem pesar mais que benefícios imediatos. Se prefere manter todas as opções de missão e evitar traições internas, recusar pode ser a melhor alternativa. Para jogadores que buscam um caminho mais direto e pragmático, a aliança com Gortash frequentemente facilita o avanço.
Sou entusiasta de Tecnologia, Gamer, Blogueiro e Editor do Portal do Pixel.