Os melhores jogos do Xbox Game Pass em abril de 2026
Atualizado em 26 de abril de 2026, às 20h (horário de Brasília): chegamos à última semana do mês com uma leva nova de recomendações para o Xbox Game Pass. Nesta rodada, a biblioteca ganhou Kiln, um jogo multiplayer de cerâmica que é tão estranho quanto simpático. Também ajustamos a seleção principal para refletir as saídas recentes e o que ainda merece atenção no catálogo. Alguns títulos desta lista também podem ser acessados via EA Play e Ubisoft+, incluídos no Game Pass Ultimate.
Novidades recentes
Se a ideia é encontrar o que acabou de chegar ao serviço, esta é a parte da lista para começar. Aqui entram os jogos mais novos que testamos e achamos relevantes para quem quer algo fresco sem perder tempo. O recorte mistura experiências pequenas, RPGs enormes e alguns nomes que já chegaram com peso de clássico. É um panorama bom para entender o momento do catálogo em abril de 2026.
Kiln




Kiln pega a ideia de arena multiplayer e leva tudo para um universo de cerâmica com uma confiança absurda. Você controla uma peça de argila viva, escolhe a forma do vaso e transforma essa decisão em habilidades dentro da partida. O resultado é um caos divertido, com personagens que podem parecer uma jarra elegante ou um monstro de barro pintado de rosa. É esquisito, inventivo e funciona melhor do que deveria.
Tiny Bookshop




Tiny Bookshop é um gerenciador aconchegante que faz você vender livros em uma estrutura pequena, simples e encantadora. A graça está justamente na escala reduzida, porque cada cliente, cada escolha de estoque e cada canto do carrinho importam. Não há a complexidade de uma fazenda gigantesca ou de um império comercial, mas há identidade. É o tipo de jogo que relaxa sem ficar vazio.
Super Meat Boy 3D




Super Meat Boy 3D leva a precisão cruel da série para uma nova dimensão sem aliviar a pressão. Os obstáculos continuam punindo qualquer erro mínimo, e a velocidade das fases faz com que cada salto pareça uma aposta. A diferença é que agora o espaço tridimensional amplia tanto o desafio quanto o absurdo. Se você gosta de plataforma difícil, aqui há bastante carne para moer.
Resident Evil 7 Biohazard




Resident Evil 7 Biohazard foi um divisor de águas para a série porque puxou a franquia de volta para o terror. A perspectiva em primeira pessoa deixa a casa dos Baker ainda mais sufocante, e a jornada de Ethan Winters ganha uma tensão que não depende só de sustos. O jogo também consolidou uma fase mais experimental da marca, sem abandonar o clima de sobrevivência. É um dos retornos mais importantes da franquia nos últimos anos.
Disco Elysium


Disco Elysium continua sendo uma das portas de entrada mais elegantes para CRPGs densos. Você investiga um caso em Revachol enquanto lida com a própria cabeça, e o texto faz tanto trabalho quanto qualquer combate tradicional. O sistema de diálogos transforma cada escolha em um retrato de personalidade, e isso dá ao jogo uma força rara. É absurdo, engraçado e profundamente humano ao mesmo tempo.


Cyberpunk 2077


Cyberpunk 2077 saiu de um lançamento problemático para ocupar um espaço de respeito no catálogo. Hoje, Night City é um mundo aberto vibrante, cheio de missões paralelas, tensão corporativa e personagens que puxam a história para lados diferentes. A presença de Johnny Silverhand continua sendo um dos motores mais fortes da campanha. Depois de tantas atualizações, ele finalmente parece o jogo que muita gente esperava.
Kingdom Come: Deliverance II




Kingdom Come: Deliverance II aposta alto em RPG histórico e recompensa quem gosta de decisões com consequência. Henry volta como protagonista de uma jornada em que aparência, escolhas e rotas de missão mudam bastante a experiência. O combate e a progressão mantêm o tom realista da série, sem abrir mão de ambição. É um jogo que pede atenção e devolve em profundidade.
The Witcher 3: Wild Hunt




The Witcher 3: Wild Hunt segue como um dos grandes nomes do RPG moderno por um motivo simples: tudo nele tem peso. Geralt caça monstros, negocia com gente perigosa e navega por uma campanha cheia de desvios memoráveis. Mesmo anos depois, o mundo continua vivo e as missões secundárias ainda parecem mini-histórias bem escritas. É difícil olhar para essa biblioteca e não achar que ele merece espaço nela.
Diablo II: Resurrected




Diablo II: Resurrected traz de volta um clássico que definiu muita coisa do action RPG. A estrutura continua simples de entender, mas o vício em loot e progressão segue intacto. O remake melhora a apresentação sem apagar a identidade sombria do original. Para quem quer entender a base de tanta coisa que veio depois, é uma presença obrigatória.
Mio: Memories in Orbit




Mio: Memories in Orbit chama atenção primeiro pela arte, mas segura o interesse com um Metroidvania bem resolvido. Você explora uma nave em colapso, desbloqueia habilidades e enfrenta chefes em um ritmo sólido. O visual em cel shading com acabamento de esboço dá ao jogo uma textura muito própria. É um daqueles títulos em que o estilo não está ali só para enfeitar.
O que estamos jogando agora
Esta seção muda com frequência porque também reflete o que a equipe está testando de verdade no momento. A ideia é destacar jogos que continuam valendo o tempo, seja por um DLC novo, seja por pura vontade de revisitar. Em abril, dois nomes dominaram nossa rotina de jogo com motivos bem diferentes. Um deles limpa tudo; o outro faz a gente voltar ao vício do saque.
PowerWash Simulator 2




PowerWash Simulator 2 é um daqueles casos em que a continuação melhora um conceito que já parecia fechado. A campanha mantém o prazer quase terapêutico de lavar superfícies gigantes, mas agora tudo flui melhor, com ferramentas mais inteligentes e uma base mais viva. O conteúdo extra inspirado em Adventure Time reforça o quanto o jogo sabe brincar com licenças sem perder o foco. É relaxante, bobo e perigosamente viciante.
Diablo II: Resurrected em destaque pessoal



Voltar para Diablo II é sempre um lembrete de como o gênero de saque foi moldado. Mesmo com a idade, a sensação de ver um item raro cair continua funcionando como recompensa imediata. O ritmo é mais duro e mais grindado do que o de RPGs modernos, mas isso também faz parte do apelo. Quando a nostalgia encontra a estrutura certa, o resultado ainda é difícil de largar.
Essenciais absolutos
Se você assinou o serviço e quer ir direto ao que realmente importa, esta é a parte principal da curadoria. Os títulos abaixo não estão aqui por acaso: cada um deles entrega algo marcante, seja campanha, rejogabilidade, atmosfera ou identidade mecânica. Também há variedade suficiente para quem quer ação, RPG, plataforma, puzzle ou experiência cooperativa. Em outras palavras, é a área da lista em que o Game Pass mostra por que ainda vale tanto a pena.
Halo: The Master Chief Collection




A coletânea do Master Chief é a forma mais prática de acompanhar a saga principal de Halo. Ela reúne campanhas, modos cooperativos e multiplayer com um pacote que ainda conversa bem com jogadores de hoje. As melhorias de qualidade de vida deixam a viagem menos áspera do que nas versões originais. Para fãs da série, é quase impossível discutir o serviço sem colocá-la entre os primeiros nomes.
Hades




Hades combina ação isométrica rápida com uma apresentação que continua exemplar. Cada tentativa de fuga do submundo alimenta a próxima, e os aprimoramentos entre as corridas fazem diferença real. O elenco, a arte e a dublagem dão personalidade a tudo. É um roguelike que sabe ser intenso sem perder charme.
Hollow Knight: Silksong


Hollow Knight: Silksong mantém o brilho do original e ajusta a fórmula para um ritmo mais acrobático. Hornet se movimenta com mais agressividade, e isso muda o jeito de encarar combate e exploração. A música e o mundo continuam sendo pontos altíssimos da experiência. Quem esperou anos por esse lançamento encontra aqui exatamente o tipo de sequência que faz sentido.


Clair Obscur: Expedition 33


Clair Obscur: Expedition 33 virou um dos nomes mais comentados da biblioteca por unir narrativa forte e sistema de combate incomum. A história gira em torno de uma ameaça quase surreal, e o drama cresce junto com o grupo de protagonistas. O uso de elementos em tempo real dentro do combate por turnos dá um tempero próprio ao RPG. É bonito, tenso e difícil de esquecer.
Blue Prince




Blue Prince transforma exploração em arquitetura de pensamento. Cada porta aberta pode mudar a configuração da mansão, e isso faz da descoberta um exercício constante de adaptação. O jogo recompensa observação, memória e experimentação sem ser agressivo com o jogador. É o tipo de quebra-cabeça que vai crescendo na cabeça depois que você para de jogar.
Balatro




Balatro é uma febre por um motivo muito simples: ele pega regras conhecidas e as vira de um jeito brilhante. Mesmo sem ser pôquer de verdade, o sistema faz qualquer rodada parecer uma máquina de decisão rápida e compulsiva. Os bônus, sinergias e multiplicadores empurram você para mais uma tentativa sem esforço. É fácil entender por que tanta gente acaba presa nele.
Resident Evil 2




Resident Evil 2 é um dos remakes mais bem executados já feitos. Ele troca a câmera fixa por um terror mais próximo e tenso, sem perder o peso do cenário original. Leon e Claire seguem excelentes como portas de entrada para o desastre em Raccoon City, e o Mr. X ainda rende pânico genuíno. Para quem gosta de survival horror, é uma das escolhas mais seguras da lista.
Celeste
Celeste combina desafio de plataforma com uma história sobre ansiedade e superação. Cada tela exige precisão, mas o jogo usa essa dureza para reforçar o que está dizendo. A direção de arte é simples e elegante, e a trilha segura o ritmo com muita competência. É um clássico moderno que continua com força total.
Ori and the Blind Forest
Ori and the Blind Forest é um espetáculo visual que ainda impressiona pela fluidez. O controle responde bem, o mapa recompensa exploração e a ambientação faz diferença o tempo todo. Mesmo depois de outros grandes Metroidvanias, ele segue com identidade muito clara. É daqueles jogos que parecem delicados, mas sabem exatamente onde acertar.


Dishonored
Dishonored ainda é uma aula de liberdade para quem gosta de infiltração. O jogo sempre oferece mais de uma forma de resolver o mesmo problema, e isso abre espaço para criatividade de verdade. O mundo tem personalidade, e Corvo carrega uma jornada que pode ser mais furtiva ou mais violenta, dependendo de você. Poucos jogos tratam escolha sistêmica com tanta confiança.
Dead Cells
Dead Cells segue como uma referência em ação em 2D com foco em precisão. A curva de dificuldade é dura, mas o controle tão responsivo faz com que cada morte pareça parte do aprendizado. O loop de progressão entre tentativas é inteligente e faz o retorno valer a pena. É um jogo feito para quem gosta de dominar sistemas.
Among Us
Among Us virou fenômeno porque simplifica o suspense social de um jeito muito acessível. As tarefas são fáceis de entender, mas a tensão nasce das conversas e das mentiras entre jogadores. Em grupo, ele continua rendendo histórias absurdas e acusações erradas. Não é à toa que permaneceu popular por tanto tempo.
Stardew Valley


Stardew Valley é uma combinação rara de calma, profundidade e liberdade. Você pode cuidar da fazenda, conversar com a cidade, explorar minas e seguir no seu ritmo sem pressão excessiva. O jogo também cresce muito quando você entende suas camadas de rotina e otimização. É acolhedor sem ser superficial.
Halo Infinite
Halo Infinite devolve parte do brilho da série ao unir mundo aberto e combate clássico de tiro em primeira pessoa. A campanha recupera a sensação de avanço livre, enquanto o multiplayer mantém a base competitiva viva. O design de armas e arenas sustenta bem a identidade da marca. Para quem quer voltar ao universo de Halo, ele cumpre bem esse papel.
Gears of War
Gears of War, especialmente nas versões com melhorias, ainda vale pelo peso da ação em cobertura. A jornada de Marcus Fenix marca o início de uma das séries mais influentes do gênero. O uso da Lancer continua sendo um dos grandes prazeres táteis dos shooters de terceira pessoa. É um clássico que ainda conversa com o presente.
Doom
Doom de 2016 ressuscitou uma franquia histórica com energia e confiança. O ritmo é agressivo, o combate incentiva movimento constante e a campanha não fica se desculpando por ser campanha. É um lembrete de que um tiro em primeira pessoa bem executado não precisa de enfeite para funcionar. Se a ideia é ação pura, ele entrega sem hesitar.


Hollow Knight
Hollow Knight continua sendo um dos melhores exemplos de Metroidvania moderno. O mundo é misterioso, a exploração é recompensadora e a curva de aprendizado exige atenção real. A atmosfera sombria faz cada área parecer parte de algo maior. Mesmo com sucessores e concorrentes fortes, ele mantém um lugar especial.
Prey
Prey mistura ficção científica, tensão e liberdade de abordagem com muita elegância. A estação Talos I é um cenário que vale ser explorado com calma porque sempre há uma rota nova, uma leitura diferente ou uma solução improvisada. O GLOO Cannon, os poderes e o stealth fazem o jogo parecer maleável sem perder coesão. É um dos melhores trabalhos da Arkane.
Fallout 4
Fallout 4 pode dividir opiniões, mas continua enorme em alcance e em possibilidades. A busca pelo filho perdido se mistura com um mundo devastado que recompensa exploração em quase todo canto. O suporte a mods amplia ainda mais a longevidade da experiência. Mesmo com críticas justas, ainda é um RPG de peso no catálogo.
Titanfall 2

Titanfall 2 merece destaque porque combina campanha forte com mecânicas de movimento muito acima da média. O relacionamento entre Cooper e BT-7274 dá um centro emocional improvável para um shooter tão rápido. A sensação de correr pelas paredes e controlar um titã ainda é muito satisfatória. É um daqueles casos em que a excelência do design ficou mais clara com o tempo.
Ori and the Will of the Wisps
Ori and the Will of the Wisps expande tudo o que o primeiro jogo fazia bem. A arte é ainda mais impressionante, o combate ficou mais robusto e a mobilidade ganha mais opções. A trilha sonora e o tom emocional elevam a experiência inteira. É uma sequência que sabe ser maior sem perder delicadeza.
The Elder Scrolls V: Skyrim
Skyrim ainda é uma máquina de conteúdo aberto que raramente parece envelhecer de verdade. O mundo é vasto, os sistemas são soltos e o jogador pode gastar horas sem seguir a missão principal. A oferta de mods em consoles também ajuda a manter a vida útil absurda do jogo. Poucos títulos entregam tanta liberdade com tanta naturalidade.
Deep Rock Galactic


Deep Rock Galactic transforma mineração cooperativa em uma aventura de equipe muito eficiente. A mistura de classes, objetivos e perigos subterrâneos cria partidas dinâmicas e sempre legíveis. O humor do jogo também ajuda a manter o clima leve entre um combate e outro. É uma ótima escolha para jogar com amigos e repetir sem cansar tão cedo.
Grounded
Grounded dá uma nova cara ao survival ao reduzir os protagonistas ao tamanho de insetos. Isso muda tudo: recursos comuns viram ferramentas, e um quintal passa a parecer um mundo inteiro. A ideia funciona ainda melhor porque a exploração e a construção conversam o tempo todo. Só não subestime as aranhas.
Gears 5
Gears 5 amplia a série com campanha mais ambiciosa e um multijogador cheio de fôlego. Kait Diaz assume o centro da história e leva a franquia para uma fase mais aberta, sem abandonar o combate pesado. O jogo também aposta em cooperação com bastante consistência. É uma evolução interessante dentro de uma marca já consolidada.
Dead Space
Dead Space continua sendo referência quando o assunto é horror espacial. Os corredores da USG Ishimura criam uma sensação de ameaça constante, e os Necromorphs reforçam o desconforto a cada encontro. A atmosfera pesa mais do que o susto barato, e isso ajuda muito a longevidade do jogo. É um clássico do terror moderno que ainda incomoda no melhor sentido.


Minecraft
Minecraft dispensa apresentações, mas nunca perde espaço por isso. O jogo transformou blocos, criação e exploração em um idioma universal do entretenimento digital. A liberdade de construir, minerar, sobreviver e inventar continua sendo sua maior força. Mesmo após tantos anos, ele segue parecendo uma caixa de ferramentas infinita.
PowerWash Simulator 2
PowerWash Simulator 2 fecha a lista com uma das experiências mais estranhamente satisfatórias do serviço. O jogo pega uma ação banal e transforma tudo em progressão, relaxamento e pequenos prêmios visuais. A campanha e os extras mantêm o charme sem exigir muito da cabeça. Se você quer algo para desligar do mundo por algumas horas, ele funciona demais.
Fechamento
O catálogo do Xbox Game Pass em abril de 2026 segue forte porque mistura novidade com peso histórico. Há espaço para RPGs gigantes, indies criativos, ação cooperativa e jogos para simplesmente desestressar depois de um dia longo. Se você assina o serviço, tem muita coisa boa para escolher sem ficar preso a um único gênero. E, como sempre, a lista deve mudar de novo no próximo mês.
Sou entusiasta de Tecnologia, Gamer, Blogueiro e Editor do Portal do Pixel.