Jogadores encontram ambiente espacial incrivelmente detalhado em Crimson Desert
A aventura em Crimson Desert mostrou-se mais minuciosa do que muitos imaginavam, com detalhes que se estendem além da superfície do mundo de Pywel. Recentes imagens divulgadas por jogadores revelam que, ao subir alto o bastante, a curvatura do planeta e camadas atmosféricas são visíveis como em uma simulação realista. Isso sugere que a equipe de desenvolvimento modelou a geometria e a iluminação do planeta pensando em vistas de grande altitude, algo raro em mundos abertos. A descoberta atraiu atenção por expor elementos que a maioria dos jogadores jamais chegaria a ver durante a campanha principal.
Como jogadores chegaram até a órbita
O acesso ao espaço não é uma mecânica prevista no jogo, mas alguns usuários encontraram métodos alternativos para ganhar altitude. No PC, o uso de um mod de resistência infinita combinado com spam de ataques aéreos permitiu que personagens acumulassem pequenos saltos sucessivos até romperem as camadas de nuvens. O processo é lento e exige repetição: relatos indicam que a subida pode levar várias horas de execução contínua. Ainda assim, o empenho resultou em imagens que mostram claramente a transição entre atmosfera e vazio, comprovando que é possível atingir limites quase orbitais dentro do jogo.
O que há além da atmosfera
Do alto, além da curvatura, é possível distinguir uma faixa atmosférica brilhante que envolve o planeta, semelhante à que vemos em fotos de reentrada reais. A galáxia ao fundo e milhares de estrelas pontuam o espaço negro, criando uma sensação de profundidade rara em títulos de mundo aberto. Alguns jogadores também relataram efeitos visuais durante a queda, como chamas ao reentrar na atmosfera, o que pode indicar partículas e shaders pensados para simular aquecimento por fricção. Há dúvidas se esses efeitos foram implementados intencionalmente ou surgem de interações gráficas atípicas, por exemplo com fontes de luz do personagem.
Implicações e possibilidade de conteúdo futuro
Além do fascínio técnico, a descoberta acende hipóteses sobre planos futuros da produtora, como DLCs com exploração espacial ou até um projeto totalmente focado em viagens interplanetárias. Pearl Abyss tem mantido suporte pós-lançamento ao título e o desempenho comercial recente dá margem para investimentos adicionais em conteúdo. Relatórios indicam que a versão para PS5 gerou cerca de R$ 397,5 milhões em receitas desde o lançamento, mostrando apelo significativo nas plataformas atuais. Crimson Desert segue disponível para PC, PS5 e Xbox Series X/S, e a cena criada por esses vídeos pode influenciar a direção de atualizações futuras.
Um dos vídeos que documentam o processo traz um timelapse da vista orbital e demonstra passo a passo como chegar às camadas mais altas do céu; outro registro em redes sociais detalha a técnica usada para acumular altitude passo a passo. Esses materiais ajudam a entender tanto as limitações atuais do jogo quanto o potencial de expandir sua experiência para além do continente conhecido. Para quem quiser conferir, o registro em vídeo abaixo mostra a subida, a paisagem orbital e as reações visuais durante a descida.
Além do vídeo incorporado, há publicações em redes sociais que registram trechos da jornada até a órbita, incluindo detalhes de como o personagem reage à reentrada e à presença de partículas atmosféricas. Esses registros ajudam a comunidade a reproduzir a façanha e a discutir se os elementos observados representam funcionalidades deliberadas ou efeitos colaterais do motor gráfico. Enquanto isso, a desenvolvedora segue atualizando o jogo, deixando espaço para que futuras adições confirmem ou descartem hipóteses sobre exploração espacial.
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