Remake de Assassin’s Creed Black Flag não terá multiplayer nem DLC

Durante a apresentação global do remake, a equipe confirmou que Assassin’s Creed Black Flag Resynced será focado na experiência solo de Edward Kenway, sem modos multiplayer nem expansões. A decisão surpreende pela escala do original, que trouxe modos online apreciados por parte da comunidade. O objetivo da desenvolvedora é reimaginar a aventura de 2013 com fidelidade às raízes de ação e exploração no Caribe. Nem mesmo Freedom Cry, a expansão que adiciona cerca de 15 horas de conteúdo, fará parte desta versão.

O foco na campanha e o que muda

Segundo o diretor criativo, a equipe está totalmente dedicada às aventuras de Edward no Caribe e quer apresentar uma visão de 2026 do título clássico. Isso significa priorizar mecânicas de exploração naval, combates e narrativa individual em detrimento de recursos adicionais. As mudanças devem refinar elementos que envelheceram desde 2013, mantendo o tom e a identidade do jogo. Contudo, a ausência de conteúdos extras deixa lacunas para quem esperava mais horas e variedade de atividades.

Seções modernas e os rifts

As seções do presente, que anteriormente colocavam o jogador no controle de um funcionário da Abstergo, ficarão diferentes nesta versão. De acordo com as informações divulgadas, os rifts modernos incluirão novos momentos que enfatizam conflitos internos de Edward, em vez de explorar os escritórios da corporação. A descrição é vaga sobre extensão e propósito dessas cenas, então é possível que o tom seja mais intimista e ligado à memória do protagonista. Jogadores que esperavam sequências maiores no presente podem se decepcionar.

Edições, preço e lançamento

Assassin’s Creed Black Flag Resynced chega em 9 de julho para Xbox Series X/S, PlayStation 5 e PC. A edição Standard foi anunciada por US$60 (aproximadamente R$318) e traz apenas o jogo base, enquanto a Deluxe sai por US$70 (cerca de R$371) e adiciona o Master Assassin Character Perk. A Deluxe inclui uma espada, um pistola e um amuleto exclusivos, além de um traje para Edward, e o pacote naval Master Assassin, com opções de customização de tripulação, roda, proa, velas e até um mascote. Pré-vendas já estão abertas para quem quiser garantir a edição preferida antes do lançamento.

Sem multiplayer e sem DLC, o remake promete uma experiência mais condensada e focada na narrativa de Edward, com menos opções para quem buscava conteúdo pós-lançamento. A decisão pode facilitar o trabalho de reformulação técnica e artística, concentrando recursos na jogabilidade e na direção de arte. Resta saber se a comunidade aceitará a exclusão de modos e expansões que enriqueceram o original. A recepção crítica e das vendas nos primeiros meses será decisiva para avaliar o impacto dessa escolha.

Eduardo Reis

Sou entusiasta de Tecnologia, Gamer, Blogueiro e Editor do Portal do Pixel.
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