Diretor de Assassin’s Creed Codename Hexe sai da Ubisoft

Saída do diretor e repercussões para o projeto
O diretor de jogo Benoit Richer anunciou sua saída do desenvolvimento de Assassin’s Creed Codename Hexe, gerando preocupações entre fãs e observadores da indústria. Richer deixou a Ubisoft para assumir posição semelhante na Servo Games, segundo sua publicação em redes profissionais. A mudança ocorre em um momento em que o projeto já vinha sofrendo alterações na liderança criativa, o que acentua as dúvidas sobre o ritmo de produção. Não há confirmação de que a saída afete diretamente o cronograma ou a visão do título, mas alterações na equipe geralmente exigem ajustes internos.
Novo destino profissional e declaração pública
No comunicado público, Richer descreveu a mudança como “o começo de um novo capítulo”, destacando que a Servo Games reúne veteranos com visão compartilhada sobre criação de experiências. Sua transição para um estúdio independente foi apresentada como uma oportunidade de trabalhar com um grupo menor e mais alinhado, embora ele não tenha detalhado os projetos que liderará. A mensagem deixou claro o entusiasmo pessoal, mas trouxe incertezas sobre o futuro imediato de Hexe na Ubisoft.
Mudanças anteriores na liderança da franquia
Antes desta saída, o título já passou por alterações de liderança: Hocking deixou o projeto quando Jean Guesdon assumiu como chefe de conteúdo da franquia no Vantage Studios. Guesdon é conhecido por seu trabalho em entradas anteriores da série, tendo atuado como co-diretor em Assassin’s Creed: Black Flag, em parceria com estúdios como o da Ásia. Essas trocas indicam uma reorganização do comando criativo, algo comum em grandes franquias quando se busca um novo tom ou direção narrativa. Ainda assim, não houve relatos públicos de conflitos internos flagrantes que expliquem as mudanças além de alinhamentos de visão.
O que se sabe sobre o jogo até agora
Assassin’s Creed Codename Hexe permanece sem título final e sem janela de lançamento oficial, e as informações disponíveis vêm de relatos e declarações esparsas da equipe. A promessa de Guesdon é de que o projeto será “mais único, mais sombrio e com foco narrativo” em comparação a entregas anteriores, sugerindo uma mudança tonal significativa. Relatos apontam que o jogo se passaria na Alemanha do século XVII durante os julgamentos de bruxas, um cenário pouco explorado na franquia até hoje. A protagonista citada em rumores é Elsa, uma suposta bruxa que se alinha aos Assassinos por motivos ainda não divulgados.
Perspectivas e próximos passos
Com a saída de Richer, resta acompanhar anúncios oficiais da Ubisoft e movimentações internas para substituir a chefia do projeto ou reestruturar equipes. Mudanças de diretor nem sempre significam cancelamento, mas podem atrasar cronogramas e alterar prioridades criativas, especialmente em jogos ambiciosos. Para fãs interessados nas próximas atualizações, o mais provável é que novas informações surjam por meio de comunicados oficiais ou atualizações dos estúdios envolvidos. Até lá, o futuro de Hexe segue envolto em incertezas, embora a ideia de um tom mais sombrio e narrativo continue a nortear expectativas.
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